artesanato

Comunidade fundada em 1973, em local de antiga ocupação indígena, viveu intensamente o Ciclo da Borracha, hoje lembrados pelos moradores mais antigos e representados pela floresta de seringueiras que acolhe quem chega à comunidade. Esteve diretamente ligada ao movimento da cabanagem em Santarém, uma vez que a área onde hoje ela está localizada serviu de abrigo e ponto estratégico de proteção para os cabanos.

A diversidade e abundância de frutas como o uxi, banana, côco, taperebá, mari, cacau, entre outras, chamam a atenção de quem visita à comunidade, que preserva um cacauzal com mais de 100 anos.



Sua principal fonte de renda é a pesca, abundante, no Rio Amazonas, sendo que esta prática se intensifica entre os meses de agosto e outubro, quando os pescadores trabalham durante o dia e a noite.

Hoje o artesanato começa a figurar como atividade alternativa de renda, através do apoio do PSA na consolidação do grupo de artesãos. O cipó Jacitara é a matéria-prima que dá origem às peças utilitárias, tecidas pelo grupo.

O artesanato de Vila Amazonas se diferencia seja pelo material utilizado que pelas formas. As peças ganharam nomes e historias que são contadas pelas próprias artesã.