Por quê Mocorongo?
Mocorongo é quem nasce em Santarém e seu significado tem raízes na cultura indígena, como gente humilde e receptiva, ao contrário do sentido pejorativo que adquiriu em outras regiões do país. A escolha do nome é proposital, visando valorizar seu sentido original e resignificá-lo neste contexto sendo também sinônimo de desenvolvimento, educação e participação comunitária.
Comunidades participantes
Cerca de 300 adolescente e jovens de 34 comunidades às margens dos rios Amazonas, Tapajós e Arapiuns, municípios de Santarém e Belterra, Pará, protagonizam a história da Rede Mocoronga.
Pólos avançados da Rede: comunidades com telecentros, rádio, jornal comunitário e núcleos de vídeo participativo: Cidade de Belterra, Maguari, Piquiatuba; Muratuba, Suruacá, Cachoeira do Aruã.
Comunidades com rádios comunitárias: São Domingos, Jamaraquá, Jaguarari, Pedreira, Marai, Nazaré, Tauari, Prainha I, Aninduba, Alto Aruã, Cachoeira do Aruã, São Francisco, Urucureá, Aminã, Cabeceira do Amorim, Vila Franca, Maripá, Pinhel, Capixauã, Surucuá, Mentae, São Pedro, Vila de Boim, Samaúma,
Comunidades com jornais comunitários: São Domingos, Jamaraquá, Acaratinga, Jaguarari, Pedreira, Nazaré, Tauari, Prainha I, Paraíso, Aninduba, Alto Aruã, Cachoeira do Aruã, São Francisco, Urucureá, Aminã, Cabeceira do Amorim, Solimões, Cametá, Pedra Branca, Maripá, Pinhel, Capixauã, Vila Alegre do Capixaua, Surucuá, Vila de Boim, Samaúma.
Os Mocorongos ganham prêmios
