Projeto

 

Saúde & Alegria


 

Apresentação Geral

 

O Projeto Saúde & Alegria – PSA – atua na Amazônia desde 1987 em comunidades extrativistas dos rios Amazonas, Tapajós e Arapiuns, localizadas na zona rural dos municípios de Santarém, Belterra e Aveiro - oeste do Estado do Pará. A partir de 2003, iniciou de forma gradual a ampliação de sua área de cobertura para 143 localidades, envolvendo cerca de 29 mil beneficiários.

Tem por objetivo apoiar processos participativos e integrados de desenvolvimento comunitário global e sustentado, geridos pela própria população, interativos e alterativos às políticas públicas, e capazes de se multiplicar a partir das dinâmicas e realidades locais, contribuindo de maneira demonstrativa com experiências concretas na constituição de políticas sociais e ambientais na Amazônia.

Conta com uma equipe interdisciplinar de médicos, agrônomos e educadores das diversas áreas que visita regularmente para as comunidades promovendo o Desenvolvimento Integrado através de ações voltadas para a organização comunitária; saúde; produção e manejo agroflorestal; geração de renda; educação, arte e cultura; gênero; infância e juventude; comunicação popular e pesquisa participativa.

Partindo da realidade local, das necessidades mais prementes e da contrapartida dos moradores, o Saúde & Alegria busca soluções simples e adaptadas a partir dos recursos disponíveis nas próprias comunidades. Os programas procuram envolver todos os segmentos e faixas etárias - lideranças, produtores rurais, monitores de saúde, parteiras tradicionais, mulheres, professores, jovens e crianças - capacitando-os como multiplicadores das ações e estimulando a auto-gestão.

São eleitos métodos abertos e apropriados de construção multilateral do saber, despertando o desejo pelo aprendizado, o que torna a evolução do conhecimento algo prazeroso, dinâmico e inerente à vida de cada um. A arte, o lúdico e a comunicação são os principais instrumentos de educação, participação e mobilização, tais como o Circo e a Rede Mocoronga (o termo "mocorongo" é utilizado na região para designar quem nasce em Santarém-PA).

Através de diagnósticos e pesquisa participativas, os principais indicadores sociais são monitorados de maneira simples, objetiva e de fácil compreensão pelos moradores, permitindo o acompanhamento técnico continuado dos resultados e o planejamento conjunto de acordo com as prioridades encontradas.

A partir de um Fórum Intercomunitário composto por lideranças representativas de toda área de atuação, as ações são permanentemente avaliadas e delineadas de modo a instrumentalizar gradativamente a população para assumir a gestão de todo o processo.

Organização Comunitária: formação de lideranças e

gestão participativa

Saúde: assistência,

educação e prevenção

Geração de Renda: manejo florestal, agroecologia,

micro-crédito e ecoturismo

Mulher Cabocla: arte

utilitária, economia

doméstica e nutrição

Jovens: educação pela comunicação e empreendedorismo

Crianças e Professores: educação ambiental, cultura

e dinamização do ensino

 

 

 

 

 

 

 

Rede Mocoronga de Comunicação Popular: grupos de jovens da floresta são capacitados para produção de jornais, vídeos e programas de rádio, constituindo um intercâmbio permanente de informações e conhecimentos.

 

Gran Circo Mocorongo: um pequeno espetáculo mambembe apresentado pelos ribeirinhos através de músicas, poesias, esquetes educativas e culturais, difundindo os conteúdos com a própria linguagem comunitária

 

Equipe durante visita às comunidades, distantes até vinte horas em viagem de barco

 


 

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